Dando continuidade as conquistas do Campeonato Paulista, hoje vou contar um pouco sobre o nosso primeiro Bi Campeonato, conquistado em 1946 de forma invicta, em cima do Palmeiras no Estádio do Pacaembu por 1×0, gol do valente zagueiro Argentino Renganeschi aos 25 min. da segunda etapa!
Já vínhamos de uma excelente temporada em 1945, conquistando o nosso segundo título, mas em 1946 nos superamos, a competição contou com 11 clubes, alguns já extintos, como o Jabaquara, São Paulo Railway e Ypiranga. Foram 20 partidas, 17 vitórias e apenas 3 empates. A partida final, como já disse, foi contra o Palmeiras, que não tinha mais chance de conquistar o título, mas se o Tricolor não ganhasse o jogo, a taça ficaria para o Corinthians, que tinha 1 ponto a menos, então a vitória era fundamental!
Nesse jogo aconteceram alguns fatos que valem a pena ressaltar, como a grande briga envolvendo as 2 equipes, o ponta Luisinho se desentendeu com o goleiro Oberdan do Palmeiras, o Zagueiro Og Moreira tomou as dores do goleiro e acabou levando um cruzado de direita no queixo, que o levou a nocaute na hora, a partir daí o gramado do Pacaembu se transformou num campo de batalha e por isso o nosso bravo zagueiro Renganeschi foi atingido no peito e se contundiu, como na época não era permitido substituições jogamos com ele sem condições isolado na direita, mas mesmo assim, após confusão na área a bola sobra pra ele, que literalmente se joga em cima dela e marca o histórico gol do título!
Confira a máquina responsável por essa conquista: Em pé: Rui, Bauer, Piolim, Gijo, Renganeschi e Noronha. Agachados: Luisinho, Sastre, Leônidas, Remo e Teixeirinha
Da equipe campeã em 1945, saíram o zagueiro Virgílio para a entrada de Rengahechi e Luisinho no lugar de Barrios, Ambas as equipes foram dirigidas pelo competente técnico Joreca, o estrategista da época!
Não tem como não destacar a figura desse grande guerreiro, que marcou a nossa história com o gol que nos deu o primeiro Bi Campeonato Paulista pela primeira vez. Após pendurar as chuteiras, tentou a carreira como treinador no próprio São Paulo, mas não obteve sucesso na profissão.
Assim como a tradição Argentina manda, Renganeschi daria a vida por seu time em campo se preciso, essa foi a frase dita pelo Maestro Luizinho depois da partida ainda no gramado do Pacaembu.
Esse título certamente nos fez crescer e ser respeitado, principalmente por nossos maiores rivais, que sempre dividiam os títulos e nos rotulavam como time pequeno, mesmo porque fomos fundados bem depois deles, a verdade é que não queriam que fossemos grandes, mas infelizmente não teve jeito!
Bom caros leitores do Blog do Zanquetta, por hoje é só, espero que tenham gostado e fiquem a vontade para comentar, a casa é de vocês!
Muito obrigado a todos, fiquem com Deus, forte abraço e até a semana que vem com o título Paulista de 1948, o quarto de nossa história!
Quem quiser entrar em contato comigo é só mandar email para:
colecionadorspfc@yahoo.com.br
VAMOS SÃO PAULOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!!!
MEGAFONE: O Bem Amado!
O BEM AMADOJames Freitas
Centralizador, exigente, rígido, folclórico, sem papas na língua, olhar clínico, pão duro, entendido de futebol! Essas são algumas características que muitos torcedores respondem quando são questionados sobre as características do presidente do São Paulo futebol Clube, Juvenal Juvêncio. Odiado por uns e amado por outros, classifico o “Seu Juvenal” como “DIFERENTE”!
Como ele mesmo diz em todas as entrevistas! Afinal, existe um time com a estrutura igual ao do clube do Morumbi? Nascido no interior do estado de São Paulo na cidade de Santa Rosa de Viterbo, cerca de 310 km da capital, nosso presidente é advogado, teve passagens na política, atuando como deputado estadual e na polícia, como ex investigador de polícia!
Porém, foi como dirigente de clube que sua estrela brilhou mais forte! Em 1984 ingressou no clube como diretor de futebol durante a gestão de Carlos Miguel Castex Aidar comandando o que chamou na época de “reciclagem”, ao dispensar Waldir Peres, Renato e Zé Sérgio, veteranos de clube e ídolos da torcida! Atitude corajosa de um sujeito marcado pela ousadia e astúcia em seus atos.
Juvenal fora eleito presidente do tricolor pela primeira vez no biênio 1988-1990. Em sua gestão, destaque para a conquista do Paulista e vice campeonato brasileiro de 1989, em compensação, em 1990 o clube fez uma campanha pífia no Paulista. Sob a administração do presidente Marcelo Portugal Gouveia, em 2003 a 2006 voltou ao cargo de diretor de futebol, sendo responsável pela montagem do time campeão do Paulista, Libertadores e Mundial! Voltou a ser eleito presidente do clube em 2006 e permanecerá no cargo até abril de 2011.
Juvenal não tem medo de reconhecer seus erros, comemora os acertos! Reconheceu culpa na montagem do elenco de 2008, principalmente no que diz respeito aos jogadores Fábio Santos e Carlos Alberto. Não vemos nele uma figura política que preza por cordialidade com tudo e todos, muito pelo contrário, JJ não costuma ter papas na língua, diz o português claro e objetivo! Não costuma mandar recados! Vai direto ao ponto! No fim de 2009, ao final do campeonato brasileiro vencido com méritos pelo Flamengo, Juvenal esbravejou: “Se não houvesse o que houve fora dos gramados, será que o resultado teria sido o mesmo? Não sei responder.
Talvez eu pudesse ser campeão, apesar da incompetência”, durante o Footecon, principal fórum do futebol brasileiro. Com fama de pão-duro, Juvenal Juvêncio sustenta sempre a tese de que honra com os salários que firma com os jogadores, além disso, preza por sempre terminar o balanço do ano no azul. Dificilmente veremos Juvenal Juvêncio oferecendo altas quantias para aquisição de determinado jogador. Fernandão foi último grande negócio declinado pelo mandatário!
Quando o assunto é liberação de verba para aquisição de jogador, Juvenal é irredutível! E nessa levada “pão duro”, Juvenal segue montando elencos de qualidade e conquistando títulos, os números não mentem, gostem ou não Juvenal Juvêncio é um dos presidentes mais vitoriosos da história do clube! E você, caro internauta?
O que acha da figura do presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio? O que você mudaria na figura do mandatário tricolor? Quais são suas principais falhas e virtudes?
Opinem, critique, sugiram… e o mais importante: PARTICIPEM! O Espaço agora é de vocês.
Para ter seu texto publicado no Megafone da Torcida Tricolor envie para o endereço: megafone@blogdozanquetta.com ele será avaliado por nossa equipe e se aprovado irá para o ar.
Nicolás Leoz: "Sou São-paulino"
Em clima festivo e de descontração, o presidente da Confederação Sul-Americana de Futebol, Nicolás Leoz, se despediu dos dirigentes do São Paulo na tarde desta quinta-feira depois de três dias acompanhando os são-paulinos na capital paraguaia.
Leoz assistiu ao jogo diante do Nacional ao lado do presidente Juvenal Juvêncio nas tribunas do Estádio Defensores Del Chaco, recebeu na sede da Conmebol o vice-presidente de relações internacionais do Tricolor, Carlos Caboclo, e por fim foi ao hotel onde a delegação está hospedada.
No hotel, em ambiente familiar, Leoz declarou mais de uma vez. “Sou são-paulino, nunca escondi isso”, revelou o presidente da Conmebol, antes de apostar no Tricolor com um forte candidato ao título da Copa Libertadores. “O time está forte, não tenho dúvida de que é um dos principais favoritos ao título”, declarou Leoz, que demonstrou também apoio ao estádio do Morumbi para abrir a Copa do Mundo de 2014, entre outros assuntos tratados durante os três dias de estada em Assunção.
Fonte:Site Oficial
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Ontem, em vez de acompanhar o jogo do Cruzeiro na Libertadores ou ver o Botafogo na Copa do Brasil, preferi acompanhar uma entrevista com o Zico concedida ao André Henning no Canal Esporte Interativo. O Galinho, que fez 57 anos no dia 03 de março, fez diversas considerações sobre vários assuntos, falou sobre sua carreira de jogador, de técnico, sua experiência na Seleção, suas contusões, etc, em uma entrevista muito bem conduzida pelo André e com muita sinceridade nas respostas.
Tenho no Zico o melhor jogador que vi atuando em meus 36 anos de vida, pois sempre gostei mais dele do que do Maradona ou do Platini, pois mesmo não ganhando uma Copa do Mundo ou não jogando em um grande clube europeu, jogando como meia ele fazia gols de todos os jeitos, batia faltas como ninguém e dava assistências açucaradas para seus companheiros. Também foi campeoníssimo no Flamengo e jogando na modesta Udinese, foi eleito o melhor jogador na temporada 83/84, onde quase foi o artilheiro. Procurem também a média de gols dele na Seleção e comparem com sua média nos clubes. Vocês ficarão bem surpreendidos em perceber que a média dele na Seleção é maior, o que só mostra que o fato de não ter títulos de Copa, não pode transformá-lo em um jogador que não deu certo ou não fez grandes atuações na Seleção.
A coluna de hoje não vai falar do Zico, mas vai tentar desenvolver um tema presente no futebol e que traz sempre como um de seus exemplos mais marcantes a derrota da Seleção na Copa do Mundo de 1982, quando encantava o Mundo com um futebol brilhante. Pergunto: Existe Justiça ou Injustiça no futebol?
Essa Copa de 82 lembro muito bem, pois no período em que ela foi realizada eu estava em férias escolares e assistindo aos jogos na casa de meus vizinhos e melhores amigos na época. Era sempre uma festa os jogos do Brasil, pois muitas pessoas da família deles compareciam para ver os jogos e transformávamos a casa em uma grande arquibancada. Esses amigos eram palmeirenses fanáticos, mas era até covardia discutir com eles sobre nossas equipes, pois enquanto o Palmeiras quase caía para a segunda divisão nos Paulistas de 80 e 81, o São Paulo era o atual bicampeão paulista e vice-brasileiro e tinha na Seleção quatro jogadores, ou seja, os titulares Valdir Perez, Oscar e Serginho, além do reserva Renato. Restava a eles torcer também pelos quatro são paulinos na Seleção.
Após o jogo contra a Itália, reinou na sala, na casa, na rua, na cidade, no estado, no país, um clima de velório geral, pois todo mundo se indagava se era justo que uma Seleção que encantava tanto os torcedores merecia ser eliminada dessa forma, perdendo para uma Seleção que na primeira fase quase não foi adiante. Nesse dia o Brasil não jogou mal, mas a Itália realmente estava iluminada, principalmente com Paolo Rossi e Dino Zoff. Passados tantos anos daquela Copa e já tendo revivido aquele jogo em algumas oportunidades, não dá para falar que a classificação italiana foi injusta, muito menos tentar rotular aquela Seleção de fraca, pois foi a melhor geração italiana de 70 para cá, inclusive superior a base da Seleção Italiana campeã em 2006. Claro que nossa Seleção era melhor, mas com disciplina tática e brilho de alguns jogadores, a Itália mereceu sim a classificação.
Outro exemplo de justiça ou injustiça sempre citado por aí, é o título brasileiro do São Paulo em 1977. Tenho o dvd dessa partida e já devo ter assistido umas 3 vezes. Se pegarmos apenas aquele jogo, o título são paulino foi justíssimo, pois com muita disciplina tática o time conseguiu anular as maiores virtudes do Atlético e conseguiu levar mais perigo nos 120 minutos de bola rolando. Sempre rotulam aquele time de uma maneira injusta, mas era uma equipe que cresceu com o decorrer da competição, principalmente nos momentos decisivos. Nosso treinador era Rubens Minelli, que era nada mais nada menos que o atual bicampeão brasileiro pelo Internacional de Falcão e Figueroa. O regulamento previa a disputa de um único jogo na casa do time de melhor campanha, essa a única vantagem do Atlético por ter feito muito mais pontos que o São Paulo. Pode parecer injusto o regulamento, mas como foi assinado pelos Presidentes de todos os clubes, inclusive do Galo, torna-se JUSTO.
Pessoalmente achei uma tremenda injustiça a nossa derrota em 1994 para o Velez Sarsfield. Perdemos lá por 1 a 0 jogando melhor e no Morumbi ganhamos por 1 a 0 em jogo que poderia ser 3 ou 4, tamanho o volume de jogo e chances criadas. Tivemos um pênalti escandaloso no segundo tempo, em que o zagueiro argentino joga volêi na área, além disso o juiz permitiu a cera e não deu quase nenhum acréscimo ao final da partida. Na loteria dos penais perdemos, mas se tem uma derrota que me deixou bronqueado e me deixa bronqueado até hoje, foi essa. Fomos garfados em casa, perdendo para um time tido como médio na argentina e que nunca tinha feito nada de relevante em nível internacional. Dizem em off que o fato do Presidente Pimenta ter sido afastado pelo Conselho Deliberativo do São Paulo, contribuiu muito para que a Conmebol talvez não quisesse ver o São Paulo tricampeão da Libertadores. Lembrando que o Pimenta tinha ótima relação com o Presidente da Conmebol. Não sei se é verdade, mas fica o registro.
Hoje em dia vejo muitos analistas de futebol praticamente extinguindo a injustiça do jogo. Um time domina completamente o outro, perde gols em profusão, vê o juiz errando em lances capitais, mas leva um gol em um lance acidental e perde. Podem ter certeza que a maior parte dos analistas estarão dizendo que o resultado foi justo, que a defesa comprometeu, que o que vale é bola na rede, etc, etc. Esse é o chavão do momento, mas também veremos a torcida do time que dominou completamente o jogo revoltada com a derrota e decretando culpados. Essa é a incoerência tão presente no futebol, que por isso dá ao “soccer” o status de esporte mais amado no planeta.
No volêi e no basquete é praticamente impossível você ver uma equipe com volume de jogo maior perdendo no final. No tênis é fato que o cara que jogar melhor vai vencer, mas no futebol nem sempre é assim, por isso o conceito de justiça ou injustiça é bem relativo e vai depender dos olhos de quem estiver analisando. Na terça a Fiorentina jogou demais, perdeu gols aos montes, venceu e perdeu a vaga para as quartas de final da Champions League em dois chutes muito felizes dos jogadores alemães. Na quarta o Real Madrid fez um belo primeiro tempo, o Kaká procurou o jogo e não atuou mal, mas bastou tomar um gol para o desespero tomar conta e o time madrilenho perder a vaga, com a torcida e a imprensa decretando o Kaká como o culpado da vez, sendo que a zaga continua sendo a mesma porcaria de sempre e o time continua a ser formado sem critérios de equilíbrio entre os setores. Nesse quadro que reflete a realidade dos dois jogos, podem parecer injustas as classificações de Bayern ou Lyon, mas foram justíssimas aos meus olhos, pois é o Bayern que tem o Robben e é o Real Madrid que por causa do Florentino não tem o Robben e tem uma defesa ridícula.
A justiça e a injustiça continuarão a reinar no futebol. Muitos continuarão questionando campeões, questionando jogadores, decretando justiças e injustiças, com cada um dos lados defendendo seus argumentos e pontos de vista com unhas e dentes, dando ao futebol esse caldo de discussões que faz com entremos diariamente nos sites, blogs, fóruns e listas, expondo nossas opiniões de torcedores e nossas incoerências eternas, pois não existe torcedor que não seja incoerente em algum momento ou em grande parte dos momentos.
Reforços & Especulações - 12/03/2010 “A negociação de Roger com a Portuguesa está por um fio de bigode.
O que falta? O São Paulo quer como compensação, ajuda da Portuguesa ou prioridade com Diogo (o Olympiakos deve à Lusa uma parte da compra dos direitos) ou Fabrício, conforme já havíamos dito. A Lusa claro, não quer liberar o jogador, mas vê com bons olhos a ida de Diogo para o São Paulo como chamariz de venda futura e maior lucro. Lembrando que Chelsea e Bayern estão interessados no atacante também o que dificulta e vinda dele.
Sobre o 3o atacante que JJ guarda a 6 chaves: Está nas mãos de Juan Figer. Não necessariamente será atleta dele. Ele encabeça o negócio e óbvio, a chance de ser alguém dele é maior. Mas não é restritivo. Guilherme não será liberado pelo Dínamo e foi descartado.
Fato concreto: a saída de Roger é o precedente para a vinda de mais um atacante. Até porque, não temos reserva para o Washington. Henrique ainda é considerado como valor para o Brasileiro e não para decidir Libertadores.
Alguém chegará e será bom.”
Um estádio vazio, um adversário que ainda não havia pontuado e a obrigação de vitória. Este era o cenário onde agora a pouco o São Paulo FC enfrentou o Nacional no Paraguai e venceu por 2×0 com gols de W9.
O Jogo :
Com Cicinho e Junior César nas laterais, e com MP, W9 e Dagoberto, o time era escalado de maneira bem ofensiva por Ricardo Gomes. e com 40 seg de jogo o SPFC deu seu primeiro cartão de visitas, saindo rápido da defesa, abrindo na ponta para JC que cruza com perigo, a defesa afasta. O Nacional adiantou a marcação tentando pressionar o SPFC, mas não conseguia criar, ao passo que o tricolor tentava tocar e sair sempre pelos lados do campo.
Aos 06 min, uma linda jogada e Richarlyson aparece como um foguete e chuta uma bomba na trave! Marcando bem e saindo rápido o SPFC era dono do jogo, e iniciava muito bem a partida. Aos 11 min, o Nacional chegou com um cruzamento, mas a cabeçada saiu longe do gol de RC. Chamava a atenção, além do domínio, as tabelas e tentativas sempre em velocidade, aos 13, numa delas, W9 sai na frente do goleiro e chuta em cima dele, perdendo gol certo !
O gol perdido por W9 parece ter dado ânimo ao Nacional, que chegou 02 vezes com perigo, aos 16 e 16,30 min. O jogo ganhou velocidade e o Nacional, antes dominado, começava a “gostar” do jogo! Aos 19 min, chute de longe e fácil defesa de Rogério. Aos 20 min, Dagoberto sai do meio, abre para MP e corre para a área, recebe cruzamento mas chega atrasado.
O time se mexia bastante, com seus jogadores de meio e ataque, exceto W9, aparecendo em todos os lados do campo. MP por preciosismo, perde boa oportunidade de chute ao tentar o famoso drible a mais. O SPFC chegava pouco mas sempre com perigo, e era nítida a superioridade da equipe. Aos poucos porém, o jogo foi mudando, o toque de bola as vezes dava lugar aos chutões, faltava um pouco de calma aos zagueiros, apesar de estarem bem , precipitavam as saídas. Hernanes apagado e MP novamente disperso, o SPFC não aproveitava tal superioridade. Normalmente uma boa alternativa de saída, RC errava todos os chutes quando solicitado pela defesa. Com 32 min, o time perdia a bola no meio, principalmente com MP e Hernanes, apáticos e dispersos, e Cicinho atrás, não dando nenhuma opção ofensiva pelo lado direito.
Após os 20 min, o time voltou ao lugar comum de partidas anteriores, sem saber se impor, sem a entrega necessária para mostrar ao adversário que desejava a vitória. Ou errando passes demais, ou com tentativas frustradas de jogadas individuais. O que parecia uma boa partida, começava a ter contornos de marasmo e desinteresse de um time que nitidamente parece ficar sem personalidade durante a partida.
Aos 42 min, o atacante do Nacional recebe cruzamento e sai na cara de RC, que salva com os pés! Na frente, Dagoberto inventava jogadas de calcanhar e se juntava a tantos outros improdutivos do time.Fim de primeiro tempo e não faltavam opções de mudança para RG, Hernanes, o pior em campo, seguido de MP,Cicinho, e até Dagoberto. Falta tesão, falta entrega, falta raça, falta vergonha na cara de vários jogadores, falta um treinador que chame os caras na “chincha” e infelizmente, isso é fato !
Para a segunda etapa, com Cléber Santana no lugar do improdutivo MP, os primeiros minutos mostravam um SPFC adiantando a marcação, mas errando passes em demasia. Aos 5 min, um chute de fora para RC defender facilmente e tentar um lançamento rápido, mas colocando a bola para lateral. Desorganizado, o time permitia ao inofensivo adversário ter o contra ataque. os passes eram ridículos e o nível do jogo, sofrível ! Haja paciência para o torcedor São Paulino.
Como o jogo era horroroso, o que poderia acontecer? O pior, claro ! e aos 11,20 min, isso quase aconteceu, o atacante recebe dentro da área e isola, ao melhor estilo Finazzi Paraguaio! Aos 12 min, nova batida de fora e defesa de RC. O SPFC não só conseguia fazer uma partida muito ruim, como se igualava ao adversário, e pior, permitia que este criasse chances de gol.
Mas aos 13 min, W9 recebe de Dagoberto dentro da área, a defesa para pedindo impedimento, o atacante desta vez tem calma, finta o goleiro e faz SPFC 1×0 ! Ufa!!
O gol não mudou muito o jogo, de baixíssimo nível técnico e excessivos erros de passes de lado a lado. O Nacional tentava o ataque e cruzava a bola na área tricolor que não conseguia construir uma jogada de contra golpe. Com CS, a saida de bola melhorava um pouco e Hernanes, mesmo apagado, aparecia mais no jogo. Aos 25 min, sai Cicinho e entra Souto, Jean passa para a lateral direita. Graças a ruindade do adversário, que tentava chutes de fora e balões para a área, até os 27 min, o SPFC não sofria muito, deixava este sofrimento para seu torcedor, pois fazia uma partida muito ruim.
Aos 28 min, CS arrisca de fora e a bola sai a escanteio, com desvio da zaga. Na cobrança, a bola sobra para Dagoberto chutar uma bomba, e obrigar o goleiro a ótima defesa. Com 30 min, a sensação era de que o jogo deveria acabar logo. RG poderia já ter colocado Fernandinho, mas parecia satisfeito em ver o time não ter saída em velocidade para buscar um segundo gol e liquidar o jogo.Aos 32 min, Dagoberto vai a linha de fundo e cruza, W9 chega prensado e não consegue a finalização. Aos 34 min, em jogada de cruzamento, Dagoberto tenta um lindo voleio, mas bate no meio do gol.
Aos 38 min, Dagoberto arrisca o chute, a bola sai por cima com perigo.Fernandinho, finalmente, vem para o jogo no lugar de Dagoberto, isso com 39 min de partida. Se a partida era ruim, o bom ficava em ver a boa partida de Miranda, e principalmente de Alex Silva e suas descidas ao ataque! Vale ser justo e falar da boa partida de R20.
Aos 44 min, o óbvio finalmente ! Fernandinho, um homem de habilidade e velocidade recebe na esquerda, entra na área, faz a finta e cruza para W9 apenas empurrar para as redes ! SPFC 2×0 e jogo liquidado!!
Não deu tempo para mais nada, e o SPFC, mesmo fazendo uma de suas piores partidas do ano, consegue o resultado e assume o segundo lugar do grupo.
Por : Deco – deco@blogdozanquetta.com
Atuações, BC e BM
Rogério Ceni: Uma grande defesa na primeira etapa. E a segurança habitual.Nota:7.5
Cicinho: Muito preso não se destacou, segue em baixa. Nota:4.0
Alex Silva: Um pouco disperso na primeira etapa e durante o jogo não chegou a comprometer. Nota:6.0
Miranda: Um vacilo e muitos erros na saida de bola, precisa caprichar mais. Nota:5.5
Junior Cesar: Preso procurou se dedicar na marcação e não comprometeu. Subiu mais do que Cicinho mas não foi de fato efetivo. Nota:6.0
Jean: Hoje faltou capricho na saida de bola e principalmente nos passes, errou demais, o que não é comum. Nota:5.0
Richarlyson: Começou o jogo voando e criou a melhor chance do primeiro tempo. Depois caiu como todo meio campo. Nota:6.0
Hernanes: Entrou em campo ? Não aproveitou a fragilidade do adversário e se escondeu. Nota:3.0
Marcelinho: Apesar de ter feito uma partida ‘melhor’ chegou a ficar isolado na esquerda e pouco criou. Nota:5.5
Dagoberto: Importante dentro do esquema, foi acima da media dos companheiros hoje. Responsavel pelo gol e por jogadas de perigo durante a partida Nota:8.0
Washington: A média é otima na competição, imagina se fizesse os gols que costuma perder. Hoje três chances e dois gol. Nota:7.5
Cleber Santana: Apesar de mostrar qualidade se mostra ainda um pouco disperço nas partidas. Gostaria de ver garra nesse atleta. Nota:5.0
Rodrigo Souto: Entrou para dar mais qualidade no passe ja que Jean vinha mal e cumpriu o seu papel. Nota:6.0
Fernandinho: Apesar do pouco tempo ainda conseguiu participar bem do segundo gol tricolor em bom passe para Washington. Nota:6.5
Ricardo Gomes: Começo achar esse senhor realmente incapacitado de conseguir fazer esse time jogar um bom futebol, pessimo repertorio de passes e diversos balões, espaços, enfim….dificil. Nota:2.0
Por : Ederson Manoel
Bola Cheia
Washington: Tão contestado começa a ganhar confiança e marcar seus gols, ja começa o ano com otima media. Vai fazendo jus ao seu salario.
Dagoberto: Acima da média em relação aos companheiros, foi fundamental para a vitória em um momento difícil e criou as principais chances do São Paulo durante a partida.
Bola Murcha
Incapacidade Técnica: Show de horrores e o São Paulo conseguiu se igualar ao ridiculo time do Nacional durante praticamente toda a partida.
Ricardo Gomes: Vamos la, dezenas de passes errados, chutões, burocracia. Não sabe o que quer, vive mudando de esquema, o time não sabe se ataca, se contra-ataca, enfim, incapacitado e quero ver até quando a diretoria vai insistir nesse treinador.
Observação: A pedido dos companheiros e frequentadores do blog este colaborador está se policiando e procurando esquecer o histórico e se basear 100% dentro da partida.
É hoje, batalha no Paraguai. Libertadores é assim, uma batalha após a outra, e hoje logo mais as 19h00min não será diferente, no famoso, Defensores Del Chaco, o Tricolor vai encarar o Nacional do Paraguai. O jogo será válido pela terceira rodada do grupo 2, e em caso de vitória o time paulista ultrapassa o Monterrey-MEX e assume a segunda posição do grupo com 6 pontos. É claro que na Libertadores, um empate fora de casa não é ruim, mas com a configuração do grupo e com a derrota na última partida é importantíssimo sair do Paraguai com três pontos na bagagem.
O São Paulo vem de derrota, na última partida, também fora de casa contra o Once Caldas, o time tomou a virada e mostrou falta de ritmo no segundo tempo da partida. O jogo marcou a “estréia” de Milton Cruz no banco são-paulino, ele assumia interinamente a vaga de Ricardo Gomes que não viajou por problemas de saúde.
Depois de muito discurso e uma partida promissora no último domingo pelo campeonato paulista, os jogadores são paulinos, estão pelo menos nas declarações mostrando vontade e gana pra ganhar. Dagoberto, Hernanes e Alex Silva falaram sobre a importância da vitória hoje, por isso só nos resta torcer muito para que esse time realmente comece a entrar nos eixos e mostre a tão esperada garra que estamos esperando desde o final do ano passado. O time não deve ter muitas mudanças, apenas Richarlyson pode ter uma chance como lateral esquerdo.
Já dos lados dos paraguaios a situação não é nada boa, o time tem duas derrotas em 2 partidas, e pelo fraco desempenho no torneio nacional não conta com o apoio incondicional de sua torcida na Libertadores. Ao que tudo indica o estádio deve estar vazio, o que pode facilitar a pressão em cima dos são paulinos. O técnico paraguaio aposto todas as suas fichas no seu atacante Beltrán, o argentino é experiente e um dos destaques do time.
PROVÁVEL ESCALAÇÃO DO SPFC: Rogério Ceni; Cicinho, Alex Silva, Miranda e Richarlyson; Jean, Hernanes, Cleber Santana e Marcelinho, Dagoberto e Washington.
PROVÁVEL ESCALAÇÃO DO NACIONAL: Caffa; Peralta, Piris, Miranda e Mazacotte; Melgarejo, Bordón, Riveros e Cáceres; Aquino e Beltrán.
Por Guilherme Maia
Estatísticas
São Paulo e Nacional-PAR se enfrentarão pela primeira vez em uma competição oficial. Pela Libertadores deste ano, a dupla está no grupo 2. O Tricolor está com três pontos,enquanto os paraguaios ainda não pontuaram em duas partidas.
A única vez que duelaram na história foi em 1963. No dia 28 de abril daquela temporada, o São Paulo foi ao Paraguai disputar um amistoso com o Nacional, no Puerto Sajonia. Com dois gols de Benê e Cecílio Martínez, o Tricolor goleou por 7 a 2.
Apesar de ter sido campeão do Clausura de 2009, o Nacional não é um dos tradicionais do país. Cerro Porteño e Olímpia dividem este posto no Paraguai. Da dupla, apenas o Cerro está na Libertadores deste ano.
Confira a ficha técnico deste jogo:
NACIONAL-PAR 2 x 7 SÃO PAULO
Estádio/Local: Puerto Sajonia, Assunção (PAR)
Data: 28/4/1963 Árbitro: Rubén Cabrera-PAR GOLS: Trenalli e Ramirez (NAC); Prado, Sergio, Benê (2), Cecílio Martínez (2) e Canhoteiro (SÃO).
Escalação do São Paulo: Gilberto; Deleu, Bellini e Riberto; Leal (Sergio) e Jurandir; Cecílio Martínez, Benê, Prado, Cido e Canhoteiro (Sabino). Técnico: Osvaldo Brandão.
Fonte: Site Oficial
De olho no Adversário
Última participação na Libertadores: 2005 Na disputa da pré-Libertadores, enfrentou o El Nacional, do Equador, e conseguiu a classificação para a fase de grupos com uma vitória por 5 a 0 fora de casa e um empate por 3 a 3 em casa. Garantido no Grupo 3, ficou ao lado de Nacional, do Uruguai, Universidade San Martin, do Peru, e River Plate, da Argentina. Na quarta colocação, com uma vitória, um empate e quatro derrotas em seis jogos, acabou eliminado.
Últimos jogos entre São Paulo x Once Caldas: 28/4/1963 Nacional-PAR 2 x 7 São Paulo (amistoso)
Jogos do Nacional na Libertadores 2010:
9/2/2010 – Nacional-PAR 0 x 2 Once Caldas
25/2/2010 – Monterrey-MEX 2 x 0 Nacional-PAR 11/3/2010 - Nacional-PAR x São Paulo
18/3/2010 - São Paulo x Nacional-PAR 1/4/2010 – Once Caldas-COL x Nacional-PAR 21/4/2010 – Nacional-PAR x Monterrey-MEX
Curiosidade:
Os paraguaios se classificaram para a Libertadores deste ano após vencerem o Clausura de 2009. Na Libertadores, são quatro participações: (1983, 1986, 2006 e 2009). No entanto, o Nacional jamais passou da primeira fase do torneio continental.
Desfalque: Nenhum
Ex-são paulinos em seu elenco: Nenhum.
São-paulinos que já passaram pelo Nacional-PAR: Nenhum